Alimentação escolar é um dos temas do Guia dos Guias da Campanha Nacional pelo Direito à Educação

Recém lançada, publicação lista 70 recomendações para que políticas emergenciais de educação, saúde e proteção sejam baseadas em direitos
Alimentação escolar é um dos temas do Guia dos Guias da Campanha Nacional pelo Direito à Educação

“A interrupção abrupta da alimentação escolar, num período como o da atual pandemia, colocou milhões de crianças e jovens em situação de insegurança alimentar, além de impactar os circuitos populares de abastecimento, importantes para a superação da pobreza no campo e a sobrevivência de assentamentos da reforma agrária, comunidades tradicionais, indígenas e quilombolas”, assim afirma o Guia dos Guias Covid-19, publicação lançada na semana passada (4/2) pela Campanha Nacional pelo Direito à Educação, ao analisar o contexto do direito à alimentação escolar em contexto de pandemia no Brasil. 

Síntese de informações desenvolvida a partir de acúmulo de produção de conhecimento ao longo de 2020, o Guia traz atualizações de contexto neste novo ano, assim como 70 recomendações para uma tomada de decisão para que as políticas emergenciais a serem desenvolvidas em 2021 sejam baseadas em direitos. 

O direito à alimentação escolar é um dos temas centrais da publicação, que faz uma análise sobre as leis que garantem a alimentação nas escolas como um direito no Brasil, traça um cenário da Alimentação Escolar, aborda questões do Plano Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), questiona os caminhos para garantir esse direito, além de apresentar recomendações. 

Além da alimentação escolar, a publicação também analisa questões como  a reabertura das escolas e volta às aulas presenciais, a educação a distância e ensino híbrido e a proteção e Inclusão, além de apresentar 70 recomendações para que políticas emergenciais de educação, saúde e proteção sejam baseadas em direitos

“Ele é um instrumento também essencial para as comunidades escolares, famílias e profissionais da educação e proteção se informarem, participarem da formulação das políticas, monitorarem e demandarem respostas que garantam seus direitos à saúde, educação, e proteção”, afirma Andressa Pellanda, coordenadora da Campanha Nacional pelo Direito à Educação. 

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